Tudo sobre adoçantes e por que existe uma armadilha terrível em seu uso para emagrecer.

Tudo sobre adoçantes e por que existe uma armadilha terrível em seu uso para emagrecer.

13 de outubro de 2015

Adoçantes são elementos regularmente presentes em qualquer assunto relacionado ao emagrecimento.

Se você lê nossos textos, já sabe que não somos muito fãs deles por diversos motivos, mas é fato que os adoçantes são muito utilizados para emagrecer.

Sendo assim, ganharam um texto próprio.

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O que são adoçantes?

Também conhecidos como edulcorantes, são substâncias que têm por objetivo a substituição do açúcar, para abaixar o valor calórico dos produtos e alimentos aos quais são adicionados.

Geralmente sua capacidade de adoçar é maior que a do açúcar.

Essas vantagens irão beneficiar principalmente os indivíduos que sofrem de diabetes, porque os adoçantes para diabéticos são uma alternativa mais segura, justamente porque eles não devem ingerir açúcar.

Há um benefício secundário também por causa do maior controle de cáries, devido ao menor consumo de açúcar.

Quanto ao uso de adoçantes para emagrecer… Bom, falamos disso mais abaixo.

Tipos de adoçantes

Os adoçantes podem ser divididos de algumas formas.

Primeiro existe uma divisão entre adoçantes naturais e adoçantes artificiais, de acordo com a origem do produto.

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Exemplos de adoçantes naturais são a frutose e a stévia, e de artificiais, aspartame e sacarina sódica.

Outra classificação dos adoçantes é quanto ao seu teor de calorias.

Sendo assim, eles se dividem em nutritivos (que tem calorias) e não nutritivos (sem calorias).

Vale ressaltar que mesmo os calóricos são muito menos calóricos que o açúcar, caso contrário seu uso não teria sentido.

Exemplos de adoçantes calóricos são o aspartame, frutose, sorbitol e xilitol.

Já de não calóricos, alguns exemplos são o ciclamato, sacarina e sucralose.

E a questão de saber qual é o melhor adoçante, realmente vai pelo gosto pessoal.

 

Orientações gerais

Tigela com adoçantes

Como já mencionamos no texto sobre produtos light, não necessariamente um produto feito com adoçantes em substituição ao açúcar, vai garantir que você está ingerindo menos calorias.

Os produtos “diet” originais foram produzidos com o intento de reduzir a ingestão de açúcar, mas para manutenção da textura, o teor de gorduras foi aumentado.

Portanto, atenção às tabelas nutricionais para verificar o conteúdo calórico do alimento a ser consumido.

É compovado que o açúcar acaba provocando no cérebro uma reação similar, e na mesma área, à drogas como a heroína e cocaína.

Por isso a retirada abrupta do açúcar pode ser muito difícil para pessoas que estão de certa forma viciadas nele.

E nesse aspecto, os adoçantes podem até ser bastante úteis, não só pela redução calórica, mas para ajudar em um “descondicionamento”. Lembre disso quando em dúvida entre açúcar ou adoçante.

Entretanto, um cuidado deve ser tomado aqui.

Suas papilas gustativas podem ser treinadas, digamos assim.

Trocar açúcar por adoçantes pode ser um bom começo, tendo em vista que o açúcar é viciante.

Porém, a manutenção do gosto doce acaba por manter suas papilas acostumadas com aquilo. E isso pode gerar eventuais, e até frequentes desejos por alimentos doces.

Não se surpreenda se você, mesmo que não coloque açúcar e use adoçantes, se pegue desejando aquele doce altamente bombástico em matéria de calorias.

O ideal é usar os adoçantes como um caminho para se livrar da necessidade de adoçar.

Mas existe um perigo nisso.

Adoçante faz mal?

Até porque adoçantes não são totalmente inócuos.

Todo e qualquer adoçante tem uma determinada dose máxima, e ultrapassar essa dosagem não é difícil, especialmente indivíduos que prefiram um sabor bastante adoçado.

E a coisa piora se você consome produtos que levam esses adoçantes na composição.

Uma dúvida comum é a respeito da segurança do uso de adoçantes pelas gestantes.

O Ministério da Saúde não recomenda o uso de sacarina por gestantes, mas em geral, os demais adoçantes não ofereceram perigo em diversos estudos.

Mas isso vale para doses normais, e como já dissemos, é bem fácil superdosar.

Portanto, se tiver dúvidas, evite, ou na pior das hipóteses, use com bastante parcimônia.

Já o aspartame não deve ser utilizado por portadores de fenilcetonúria.

 

Mas antes de prosseguirmos... Que tal conhecer um método de emagrecimento totalmente sistematizado e fácil, onde você não precisa abandonar totalmente os alimentos que tanto gosta e acabar de vez com o tal do efeito sanfona, mudando sua vida e saúde para sempre?

Você está a um clique de uma verdadeira revolução na sua vida. Se você precisa perder 10, 20, 30kg ou mais, veio ao lugar certo. E se precisa perder só alguns quilinhos, é mais rápido ainda. Nada de medicações, dietas milagrosas, nada disso. Até porque nada disso é necessário.

E você também vai conhecer 7 alimentos que você provavelmente acha que são emagrecedores, mas que na verdade promovem justamente o efeito contrário.

Clique aqui para saber mais e bem vindo à sua nova vida.

O acessulfame K é um sal de potássio com poder adoçante 300 vezes maior que a sacarose, mas justamente por conter potássio, deve ser evitado por portadores de doenças renais crônicas.

 

Um efeito colateral surpreendente: adoçante engorda?

Muita gente entende que adoçantes são boas alternativas, justamente pelo baixo número de calorias.

É intuitivo pensar assim, quando se compara o número de calorias ingeridas com o uso de açúcar ou adoçante.

O problema é que esse raciocínio é falho, visto que um organismo biológico como o corpo humano gera interações altamente complexas nas suas reações.

E as substâncias que você ingere têm impacto biológico (também complexo) no seu organismo, e que vai muito além de calorias ingeridas x calorias gastas.

E justamente por causa disso vem um fato que parece não ter explicação: praticamente nenhum estudo conseguiu comprovar que o uso de adoçantes no lugar do açúcar foi capaz de gerar emagrecimento de forma consistente.

Pior, outros estudos demonstraram que na verdade, o uso de adoçantes engorda!

Mas como isso seria possível?

Novamente, precisamos revisitar a biologia das interações entre as substâncias químicas em nosso organismo para obter possíveis respostas.

Quanto às calorias ingeridas, já está mais do que provado que elas não são todas iguais.

Se duvida, tente ingerir 500 calorias de leite condensado e 500 calorias de brócolis. Passe aqui para contar os efeitos no seu organismo depois. Pois é!

O açúcar, além de provocar uma resposta insulinêmica no organismo, que não só inibe os níveis de saciedade como promove o acúmulo de gordura, também ativa um centro no cérebro, como já citado, que causa sensação de recompensa.

Essa sensação de recompensa, apesar de levar ao vício na substância, também desempenha um papel secundário de “saciedade”. Ela não gera saciedade por si só, mas ao menos promove uma mensagem ao organismo, digamos assim, que você comeu alguma coisa, que está nutrido.

Provavelmente por conta das calorias.

E aqui está o pulo do gato em relação aos adoçantes.

Apesar de prover o gosto doce, os adoçantes não provém essas calorias. Não acontece esse mecanismo de “saciedade”, de comunicação ao organismo que você ingeriu calorias.

E como acontece sempre que você tenta “tapear” seu corpo, ele vai reagir.

O que foi apurado é que, através de mecanismos de compensação tão sutis que você mal os percebe, o uso de adoçantes pode ter justamente o efeito contrário ao desejado.

Seu organismo começa a trabalhar nos bastidores para compensar aquelas calorias economizadas pelo adoçante. Espertinho, não? E você nem se dá conta disso.

Essa é a explicação pela qual adoçantes nunca foram comprovados como úteis em processos de emagrecimento. Pelo contrário, a impressão é que adoçante engorda mesmo, graças à compensação.

Limites diários

Finalizando, todos os limites máximos diários abaixo de cada adoçante estão em mg/kg. Para descobrir a sua dosagem máxima, multiplique o número indicado abaixo, de acordo com o adoçante escolhido, pelo seu peso.

  • Acessulfame-K: Entre 9 e 15
  • Aspartame: 40
  • Ciclamato: 11
  • Frutose: Não há limite máximo diário
  • Sacarina: 5
  • Stévia: 5,5
  • Xylitol, Manitol e Sorbitol: 15
  • Sucralose: 15

Descubra quais são os 7 alimentos que parecem saudáveis, mas que na realidade não são.

Sim, eu quero.

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