Dieta sem glúten: emagrecimento mais rápido e mais 6 motivos para você seguir.

Dieta sem glúten: emagrecimento mais rápido e mais 6 motivos para você seguir.

11 de Março de 2016

Por que falar sobre uma dieta sem glúten?

A percepção dos malefícios que o glúten pode causar está aumentando cada vez mais em nossa sociedade.

Desta forma, trazemos aqui 6 motivos pelos quais seguir uma dieta sem glúten ajudará você não só a ser mais saudável, como também a emagrecer.

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Neste artigo, você vai descobrir:

1- 6 motivos para eliminar o glúten da sua dieta

2- Por que a eliminação do glúten acaba te ajudando a emagrecer, de uma certa forma

3- O que é a doença celíaca e qual sua relação com o glúten

4- Por que mesmo sem doença celíaca, você pode ter algum problema ao ingerir glúten

5- A relação entre glúten e transtornos no cérebro

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6- Qual a semelhança assustadora entre drogas como a cocaína e o glúten

7- Como o gluten pode causar transtornos autoimunes

8- Qual o problema de consumir produtos com o rótulo “sem glúten”

9- Um infográfico mostrando como evitar e substituir o glúten na sua alimentação

Até porque em uma dieta sem glúten, você estará basicamente cortando carboidratos que fariam disparar picos de insulina e promover o acúmulo de gordura, e só isso já serviria como motivo para aderir.

Veja então os 6 motivos para seguir uma dieta sem glúten.

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1. Doença celíaca

O glúten é um composto proteico encontrada em grãos como o trigo e a cevada.

Ele na verdade é formado por duas proteínas, a gliadina e a glutenina.

E a gliadina causa uma reação negativa nas pessoas.

Quando você mistura farinha de trigo com água, o glúten forma uma rede proteica grudenta, conferindo elasticidade à massa, e permitindo que o pão se forme quando cozido.

Quando o glúten atinge o intestino, provoca uma reação das células imunológicas, que acreditam que se trata de um invasor, como se fosse uma bactéria.

Em pessoas mais sensíveis ao glúten, isso promove uma resposta mais forte, e na sua forma mais severa, essa resposta se traduz na doença celíaca.

Em última análise, a resposta é tão forte que não só o glúten é atacado, mas a parede intestinal também.

Isso provoca a degeneração da parede do intestino, o que leva a deficiências nutricionais, problemas digestivos, anemia, fadiga e riscos de doenças mais severas.

Acredita-se que a doença celíaca afete 1% da população, e existem evidências que os níveis estão aumentando.

E grande parte dos portadores fica sem diagnóstico, por terem sintomas leves.

Um estudo sugeriu que 80% das pessoas portadoras sequer sabem que o são.

2. A sensibilidade ao glúten é muito comum e também pode ter consequências sérias

Mesmo sem ter doença celíaca, você pode ter alguma sensibilidade ao glúten.

E isso é bastante comum.

Essa definição é nebulosa, mas basicamente significa que você apresenta alguma reação adversa ao glúten, e melhora dos sintomas quando entra em uma dieta sem glúten.

Mesmo não sendo francamente celíacas, muitos dos sintomas são parecidos, incluindo diarreia, dores em ossos e articulações, e dor de barriga.

Baseados em estudos de detecção de anticorpos anti-gliadina no sangue, estima-se que 6-8% das pessoas possam ter sensibilidade ao glúten.

Mas já foram encontrados resultados de 11% de pessoas com anticorpos no sangue, e 29% com anticorpos nas fezes.

E isso se agrava se acrescentarmos o dado que aproximadamente 40% das pessoas carregam os genes HLA-DQ2 e HLA-DQ8, que tornam seus portadores suscetíveis a sensibilidade ao glúten.

3. O glúten pode causar efeitos adversos mesmo em pessoas não sensíveis.

Também existem estudos demonstrando que indivíduos sem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten podem ter reações adversas.

Outros estudos demonstram inflamação crônica no intestino e uma barreira intestinal degenerada, o que pode permitir que substâncias indesejadas penetrem na corrente sanguinea.

E pacientes com a chamada síndrome do intestino irritável, que afeta 14% da população americana, podem ter sintomas exacerbados, assim como apresentam melhoras quando seguem uma dieta sem glúten.

4. Vários transtornos cerebrais estão associados com o glúten

 

Várias causas de doenças neurológicas estão ligadas ao glúten na dieta. Isso é conhecido como neuropatia idiopática sensível ao glúten.

A principal doença neurológica associada (ao menos parcialmente) ao glúten é a ataxia cerebelar, onde o portador apresenta incapacidade para manter o equilíbrio, movimentos, articular a fala, etc.

Isso pode acontecer de forma permanente, e diversos estudos mostram associação entre o consumo de glúten e a ataxia cerebelar, assim como melhora dos sintomas com uma dieta sem glúten.

E outras doenças também respondem bem à uma dieta sem glúten: Esquizofrenia, autismo e algumas formas de epilepsia, por exemplo.

 

Mas antes de prosseguirmos... Que tal conhecer um método de emagrecimento totalmente sistematizado e fácil, onde você não precisa abandonar totalmente os alimentos que tanto gosta e acabar de vez com o tal do efeito sanfona, mudando sua vida e saúde para sempre?

Você está a um clique de uma verdadeira revolução na sua vida. Se você precisa perder 10, 20, 30kg ou mais, veio ao lugar certo. E se precisa perder só alguns quilinhos, é mais rápido ainda. Nada de medicações, dietas milagrosas, nada disso. Até porque nada disso é necessário.

E você também vai conhecer 7 alimentos que você provavelmente acha que são emagrecedores, mas que na verdade promovem justamente o efeito contrário.

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5. O glúten do trigo pode ser viciante

Uma coisa é você estar com fome, outra coisa é você estar com desejo de comer um determinado alimento.

E alimentos que contém glúten são capazes de gerar esse desejo específico.

Vários estudos sugerem o que o glúten tem propriedades viciantes.

Embora não seja totalmente comprovado, a quebra do glúten gera peptídeos (exorfinas do glúten) que podem ativar receptores opióides, que causam sensação de euforia e bem estar.

Levando-se em conta que o glúten aumenta a permeabilidade do intestino, acredita-se que essas exorfinas cheguem mais facilmente ao sangue, e então alcancem o cérebro, promovendo o vício.

Não está totalmente provado, mas dada a evidência empírica que alimentos com glúten são algo viciantes mesmo (provavelmente só perdem para o açúcar), é algo a sempre se ter em mente.

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6. O glúten está associado a doenças autoimunes

Doenças autoimunes são aquelas onde o sistema imunológico acaba atacando o próprio organismo. Existem diversos tipos, e todos eles combinados atingem 3% da população.

Diversos estudos acharam associações estatisticamente relevantes do glúten com doenças celíaca e outros transtornos autoimunes, como a tireoidite de Hashimoto, diabetes tipo 1, esclerose múltipla, etc.

Isso se aplica a mim?

Apesar de ainda não ser provado que o glúten cause dano em uma larga porcentagem de pessoas, as evidências atuais são no mínimo alarmantes. Até que se façam mais pesquisas, há que se ponderar se vale a pena consumir algo capaz de causar dano, quando você pode consumir algo que certamente não vai.

Também deve-se manter em mente que o trigo, de longe o grão menos saudável, pode ser problemático por muitas razões, e algumas nada tem a ver com o glúten.

No fim das contas, a única forma de saber se você deve evitar o glúten ou não, é aderir a uma dieta sem glúten, e depois reintroduzi-lo, e ver se você tem sintomas.

Especialmente se você tem algum sintoma mais misterioso ou mal explicado, experimente fazer uma dieta sem glúten por 30 dias.

Não há nada a perder.

Confira abaixo um infográfico demonstrando onde o glúten se esconde na sua dieta, e o que consumir no lugar dele.

infografico dieta sem gluten

Clique na imagem para ampliar

 


 

Referências: 

1- Non-celiac gluten sensitivity: literature review.

2- Non-Celiac Gluten sensitivity: the new frontier of gluten related disorders.

3- Demonstration of high opioid-like activity in isolated peptides from wheat gluten hydrolysates.

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